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Semana da leitura

A HORTA PEDAGÓGICA – O ESPAÇO IDEAL PARA CONTAR UMA HISTÓRIA DE UM PÉ DE FEIJÃO

A semana da leitura decorreu entre 2 e 6 de março. Dez minutos a ler, em cada turma e em simultâneo, era um dos objetivos. No dia 4 , a coordenadora Eco-Escolas escolheu o cenário ideal, a horta pedagógica, para contar a história do “João e o Pé de Feijão” aos pequenos agricultores.

CERIMÓNIA DO HASTEAR DA BANDEIRA ECO-ESCOLAS

BANDEIRA VERDE HASTEADA, RESPONSABILIDADE REDOBRADA

Na presença do Diretor do Agrupamento, dos coordenadores de estabelecimento e de diversas entidades, teve lugar, a 27 de novembro, a cerimónia anual do hastear da Bandeira Eco-Escolas. “A receção da nova bandeira aconteceu a 18 de outubro, em Guimarães, onde o nosso agrupamento esteve representado por um grupo de alunos e professores. A Bandeira constitui o reconhecimento, pela ABAE, pelo trabalho desenvolvido pela comunidade na área da sustentabilidade ambiental através de inúmeros desafios/atividades propostos ao longo do ano letivo. Para a escola é um orgulho receber de novo a Bandeira Verde e vê-la hasteada durante todo o ano, sinónimo de que a nossa escola se envolve de forma ativa na formação de jovens conscientes e responsáveis tornando-os agentes de mudança de forma a garantir um futuro sustentável e em equilíbrio com a natureza, através de alterações de comportamento. Esta mudança não pode ser deixada para amanhã ou para depois, é preciso agir agora e sem exceções, em cada momento. O planeta não tem mais tempo. Por isso, em nome das crianças e jovens, deixo um apelo: Ajudem a salvar o planeta! Não queiram deixar às gerações vindouras, o que eles já estão a herdar.”

Quatro alunos que participaram no desafio “I’ve got the power” leram as estrofes do Hino Eco-Escolas “Salva a Terra”, da Escola Guilherme Stephens

Finalmente, a Bandeira Verde Eco-Escolas era hasteada para alegria de todos os presentes.

Visualização de vídeo produzido pelo Jornal da Marinha Grande

Horta Pegagógica e Biológica

A HORTA NO MÊS DE MARÇO

A horta teve o seu início há quatro anos, e desde essa altura tem sido melhorada ano após ano. Nos últimos anos, tem recebido alunos do Ensino Especial que se dedicam a pequenas tarefas como a plantação e sementeira de hortícolas, regas, apanha de ervas daninhas, limpeza do espaço, etc. A nossa pequena horta produz, em pequena escala, brócolos, couve galega, alhos franceses, cebolas, alfaces, rúcula, cenouras, espinafres, rabanetes, salsa, coentros, couve roxa, favas, ervilhas,… Este ano, introduzimos novas hortícolas, como a cenoura e a couve coração. Alguns alunos elaboraram grelhas para os horários de regas e também um calendário das plantações/sementeiras que iam levando a cabo. A horta que é também biológica é um espaço que faz as delícias dos alunos que anseiam pela quarta feira em que passamos toda a manhã a realizar as tarefas inerentes.

Colocação de terra nova nas caixas de esferovite
CENOURA EM CRESCIMENTO
FAVEIRAS EM DESENVOLVIMENTO

Eco-Escolas passam dia no Berço da Nação

Dia 18 de outubro, alunos e professores dos Agrupamentos de Escolas Marinha Grande Nascente e Poente percorreram 240 km, em autocarro, com um objetivo comum: marcar presença na Festa das Bandeiras Verdes, em Guimarães, uma das mais importantes cidades históricas do país, sendo o seu centro histórico considerado Património Cultural da Humanidade pelo papel crucial que teve na formação de Portugal.

De manhã, o grupo de alunos participantes, do 5º ano ao 12º ano, teve a oportunidade de visitar a eco-mostra, composta por trabalhos de alunos de muitas escolas do país, assim como de outros dinamizadores, na área do ambiente sustentável. De tarde, os participantes assistiram a diversos momentos musicais e de dança, tendo os mesmos, sempre, como pano de fundo, a preocupação sentida quanto à sustentabilidade do nosso planeta. Aproximou-se o momento alto da cerimónia, a entrega das Bandeiras Verdes, às 1564 escolas galardoadas este ano, pelo trabalho desenvolvido na área do Ambiente e reconhecido pela ABAE. Foi um momento de esfuziante alegria em todo o pavilhão tendo em conta a quantidade de bandeiras desdobradas e sustentadas pelos participantes de cada escola.

Em breve, a Bandeira Verde, símbolo de Educação Ambiental e de desenvolvimento sustentável, será hasteada em todas as Eco-Escolas do país.

Concurso de quadras “Alimentação Saudável e Sustentável”

Subordinado ao tema “Alimentação Saudável e Sustentável” decorreu, na Semana da Alimentação, a 2ª edição do concurso que contou com a participação de muitos alunos do 1º ao 3º ciclo. A Equipa Eco-Escolas, organizadora e dinamizadora da atividade apurou três quadras inéditas . Todos os participantes receberam um certificado de participação e os três vencedores um avental com a mascote do concurso e a respetiva quadra impressas.

Prémio entregue aos vencedores

1º prémio

Simão Martins

2º prémio

Francisco Vieira

3º prémio

Artemii Panasiuk
Folha para redigir as quadras

Comemoração do Dia Mundial da Alimentação

CARTAZ AFIXADO PELA ESCOLA

Alimentação, fonte de inspiração

Dia 16 de outubro, no âmbito do Programa Eco-Escolas, a escola Guilherme Stephens comemorou o Dia da Alimentação, tendo contado para esta “aventura” com um grupo de alunos da eco-turma 7ºD e de um grupo de alunos que beneficiam de medidas adicionais (Educação Especial) e ainda professoras da equipa Eco-Escolas.

Um cantinho da Sala dos Alunos foi devidamente preparado e decorado com cestos de verga, contendo legumes diversos, que puderam ser adquiridos, e ainda quadras alusivas a uma alimentação saudável que se pretende incutir nos jovens.

A confeção da refeição contou com o apoio imprescindível dos alunos que ajudaram na preparação dos legumes e dos frutos, quer para a sopa de feijão – verde e alho francês (este, proveniente da horta biológica da nossa escola e colhido no momento), quer para a salada de frutas e bolo de espinafres. Houve ainda gelatinas de vários sabores. Depois da confeção, veio a degustação… e houve quem repetisse!

Um dia bem passado, divertido e diferente que ficará na memória de todos os alunos participantes, em que o lema “aprender a fazer, a fazer aprendemos” se verificou efetivamente, promovendo-se ainda uma escola cada vez mais inclusiva.

Preparação dos legumes
Preparação das gelatinas
Preparação da salada de fruta
Preparação dos legumes
Confeção de uma das sopas
Que deliciosas ficaram! Houve quem repetisse.

Bandeira Verde a Meia Haste

Como símbolo de pesar e de alerta para a urgência de medidas para inverter as alterações climáticas, a Bandeira Verde Eco-Escolas permaneceu a meia haste entre os dias 23 e 27 de setembro. Tendo a nossa escola o Programa Eco-Escolas desde o 1º ano da sua existência em Portugal, não podia deixar de aderir à recomendação feita pela ABAE. Alertar os jovens para uma cidadania mais ativa e interventiva porque todos podemos e devemos ser parte da solução.

OS ALUNOS CANTAM “sING FOR THE CLIMATE”

“I’ve got the power”

Vamos lá participar e mostrar a força das Eco-Escolas Portuguesas!

Para comemorar os 25 anos de Eco-Escolas a nível internacional, a FEE e a coordenação internacional Eco-Escolas desafiaram todas as crianças e jovens das Eco-Escolas do Mundo, a fazer ouvir a sua voz, através da iniciativa “I’ve got the power”.

Perante o desafio lançado, a nossa escola abraçou-o de imediato, tendo participado com 4 vídeos nos quais quatro alunos do 2º ciclo deram asas à sua imaginação, vestindo a pele de um super herói, com o objetivo de dar a conhecer as suas ideias quanto à preservação e proteção do planeta.

Os vídeos podem ser visualizados na rubrica “Em destaque”.

Coastwatch – Litoral, património natural

No âmbito do Programa Eco-Escolas e da disciplina de Ciências Naturais decorreu, na passada semana, a Campanha Coastwatch 2018/2019, Projeto europeu de monitorização ambiental do litoral promovido pelo GEOTA, este ano sob o tema “Litoral, património natural”.

Os alunos das turmas B e C, do 8º ano acompanhados por professores, fizeram o percurso entre a Praia da Concha e as Pedras Negras, durante a maré-baixa, com o objetivo de observar, analisar e fazer o levantamento de dados referentes à faixa costeira. Os participantes, munidos de luvas, foram divididos em três grupos distintos e caminharam de sul para norte, tendo a responsabilidade de proceder a registos relativos às unidades 7, 8, 9 e 10 e, por cada 500 metros, responder a um questionário com a informação recolhida, mais concretamente quanto à morfologia desta zona balnear, à qualidade das entradas líquidas de água doce, à poluição e aos principais riscos e ameaças das zonas costeiras.

Sendo assim, foram contabilizados os resíduos encontrados, tais como aparelhos de pesca, sacos de plásticos, objetos metálicos de grandes dimensões, garrafas de vidro, embalagens em material sintético/ Tetra pak, material médico e sanitário perigoso e não perigoso, microplásticos, cotonetes, entre outros, a presença de animais mortos e ou vivos com ou sem petróleo, assim como proceder à análise da água do Ribeiro de S. Pedro quanto à presença de nitratos (resultado negativo) e finalmente um olhar atento para diversidade dunar e conhecer o nome de algumas plantas existentes no areal.

De salientar, um quarto grupo que fez questão em recolher muitos dos resíduos encontrados para que não regressassem de novo ao mar e também para fazerem parte de uma escultura a apresentar na Semana do Ambiente. Uma saída de campo na qual a educação ambiental esteve em destaque tendo em conta a preservação e proteção do planeta azul.

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