Pesquisar

AmbienteGS

Mês

Janeiro 2016

Valorcar

A iniciativa coordenada pela VALORCAR, entidade privada e sem fins lucrativos, e Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), consiste na implementação de uma plataforma online para registo de carros abandonados sucatas, e lixeiras por parte dos alunos das escolas a partir do 2º ciclo. Com esta iniciativa, pretende-se essencialmente fazer o reconhecimento e marcação deste tipo de resíduos, bem como sensibilizar a população mais jovem para a importância da reciclagem e da participação cívica.O objetivo é de contribuir para a gestão de veículos em fim de vida (VFV) e de baterias usadas (BVU). Para isso, a Valorcar organizou uma rede de centros de receção / tratamento (Rede Valorcar) onde também os proprietários podem entregar os VFV e os BVU gratuitamente a fim de serem desmantelados.

A Escola Guilherme Stephens está inscrita na plataforma e os alunos já se encontram no terreno à procura de monstros que realmente parecem estar por aí em pleno centro da cidade.

Anúncios

Workshop sobre cogumelos- Lê e aprende!

DSCF4383

No âmbito do Programa Eco-Escolas e na sequência da saída de campo “À descoberta de cogumelos” realizou-se, na Escola Guilherme Stephens no dia 16 de dezembro, um workshop sobre cogumelos cujos participantes foram alunos do 8º ano e alunos do Clube do Ambiente e professores.

Esta aula diferente teve como objetivos transmitir conhecimentos científicos / curiosidades sobre cogumelos em geral e, particularmente, sobre aqueles que foram encontrados e fotografados aquando da saída de campo à Ponte Nova. Primeiramente, vimos um documentário e um powerpoint e, seguidamente, à medida que as nossas fotografias iam sendo projetadas no quadro, o formador procedia à sua identificação.

Ficámos a saber que os cogumelos são constituídos pelo chapéu, pelo anel, pela volva, pelo pé e pelo micélio; que só 4% dos cogumelos existentes são comestíveis e por curiosidade há mais de 4 mil espécies comestíveis no mundo. Na nossa região só existem duas ou três espécies comestíveis, por isso é muito importante observar, analisar mas não tocar com as mãos.

Relativamente ao seu cultivo, também ficámos a saber como se procede e que o mesmo traz vantagens para a economia não produzindo impacto negativo para o ambiente. Trata-se de um alimento saudável e benéfico para a saúde pois contêm vitaminas, proteínas, fósforo e alto teor em ácido fólico para além de prevenir algumas doenças.

Ainda na sala de aula, houve lugar para o esclarecimento de dúvidas. Finalmente, o grupo acompanhado pelo formador, percorreu o recinto escolar à procura dos fungos. Para nosso espanto, encontrámos vários entre os quais uma espécie desconhecida para o formador. Fotografámos para posteriormente pesquisarmos o seu nome científico. Ou será que se trata de uma estirpe nova? Daremos notícias em breve.

 

Elaborado por Kristina Shiktorova

Saída de campo rumo à Ponte Nova

No dia 26 de novembro, no âmbito do Programa Eco-Escolas e da educação ambiental, os alunos da turma G, do 8º ano, acompanhados pela coordenadora Eco-Escolas e por um professor de Geografia participaram numa saída de campo subordinada ao tema “À descoberta de cogumelos”.

Junto à Ponte Nova, o grupo de jovens repórteres para o ambiente, munidos de máquina fotográfica e livros próprios para a identificação de cogumelos, cientificamente chamados carpóforos, iniciaram a atividade nas proximidades do Ribeiro de S. Pedro tendo, posteriormente, enveredado por trilhos e caminhos sinuosos à procura destes seres vivos que entretanto começavam a emergir por todo o lado com as mais variadas formas, cores, aromas e tamanhos, por vezes, apresentando-se solitários, outras vezes como se de uma família se tratasse.

A vontade de encontrar o cogumelo mais exuberante, o maior, o mais invulgar deu azo a uma grande azáfama por parte dos alunos e, na verdade, o grupo encontrou uma grande diversidade de fungos, uns a dependerem de outros seres vivos, os fungos parasitas; outros vivendo em associação simbiótica com as raízes das árvores das quais recebem o alimento em troca de água e sais minerais; outros a alimentar-se de matéria orgânica morta, os fungos decompositores ou saprófitos.

Entre os cogumelos encontrados, estava o rei, o Boletus edulis, um dos que vive em simbiose com as árvores, conhecido também por Cepes (comestível); o Amanita faloides, o mais temível de todos, popularmente conhecido por “chapéu da morte”; o Macrolepiota procera, conhecido pelo cogumelo guarda-sol; o Lactarius deliciosus ou Sancha Pinheira (comestível); o Clitopulus prinulus ou Moleiro (comestível), com sabor a massa de pão; o Cantharellus tubaeformis, em francês Chanterelle (comestível); a Rússula xerampelina, popularmente designada por pomba arenque, comestível e de sabor a caranguejo e/ou peixe, entre outros.

Apesar de alguns exemplares serem comestíveis, fica o conselho: nunca se deverão consumir cogumelos sem ter a certeza da sua identificação. Em caso de dúvida, deverá rejeitar-se o exemplar, uma vez que há vários casos em que um cogumelo comestível tem semelhanças com um tóxico e pode ser mesmo mortal.

A grande diversidade de cogumelos encontrados na Ponte Nova, deixou o grupo de alunos com vontade de elaborar trabalhos com o objetivo de dar a conhecer a extraordinária diversidade destes seres na floresta do nosso concelho.

Este slideshow necessita de JavaScript.

BioDiversity4All

O desafio, promovido pela Associação da Bandeira Azul, consiste em aprender a observar, registar e conhecer a biodiversidade que nos envolve, fazendo a inventariação da biodiversidade existente, preferencialmente no recinto da escola, na área envolvente ou na região. Tem como objetivos:

  • Sensibilizar as crianças e jovens envolvidos para a necessidade de preservação da biodiversidade, valorizando o nosso património natural.
  • Conhecer e inventariar diferentes espécies de animais, plantas e cogumelos do território português.
  • Dar a conhecer e utilizar a Plataforma Biodiversity4all (www.biodiversity4all.com) como ferramenta de trabalho.

Sendo assim, os alunos do Clube do Ambiente vão dedicar-se, no 2º período, à inventariação dos cogumelos encontrados na nossa escola e junto à Ponte Nova onde se deslocaram numa saída de campo em 26 de novembro, preenchendo uma ficha de identificação.

Create a free website or blog at WordPress.com.

EM CIMA ↑