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Coastwatch 2017 – fotos

Coastwatch 2017

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No âmbito do Programa Eco-Escolas e da Educação Ambiental, realizou-se no passado dia 16 de março, a habitual Campanha Coastwatch, projeto de âmbito europeu que permite obter uma caraterização da faixa costeira.

Os alunos da turma E, do oitavo ano, acompanhados por três professores, rumaram até à Praia das Pedras Negras, local onde se iniciou a referida atividade terminando na Praia da Concha.

Sob um sol radioso e convidativo, a turma, dividida em três grupos, procedeu à monitorização da faixa costeira quanto à biodiversidade, zonação e erosão costeiras, resíduos, contaminação e pressões antrópicas.

De salientar, o aspecto desolador do areal, principalmente nas zonas supratidal e intertidal da Praia Velha, visto que os resíduos para além de muito diversificados eram incontáveis.

Para minimizar este impacto negativo, os alunos do 7º e 8º ano vão participar na IX Campanha de Limpeza subordinada ao tema “Vamos limpar o mar“, a ter lugar na Praia Velha, no dia 20 de abril para comemorar o Dia da Terra e o dia Eco-Escolas.

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Na Rota dos Parques 2

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No âmbito do Programa Eco-Escolas e da educação ambiental, decorreu no passado dia 22 de fevereiro, a atividade Rota dos Parques 2 com os seguintes objetivos: utilizar um meio de transporte Amigo do Ambiente, participar numa atividade de cariz solidário (a reverter para a Loja Solidária da escola), e também relembrar a época festiva – o Carnaval.

A referida atividade aberta a alunos, professores, assistentes operacionais, pais e encarregados de educação contou com uma comitiva de mais de uma centena de participantes que, sob um sol convidativo, percorreu cerca de 9 km, passando pelo Parque das Bernardas, Parque Mártires do Colonialismo, zona histórica da cidade, Jardim Luís de Camões, Parque da Cerca e, finalmente, o Parque das Merendas da Portela, onde o grupo de ciclistas fez uma pequena paragem para descansar, desfrutar do espaço calmo do parque e conviver no seio da floresta.

O evento, fundamentalmente de cariz ambiental, pretendeu essencialmente desenvolver, entre outros, hábitos de vida saudável e equilibrada, contatar diretamente com a natureza e motivar os jovens para a premente necessidade de mudança de atitudes face às adversidades do seu quotidiano.

 

Bem-vindos

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Dia 14 de dezembro, os alunos do jardim de Infância da Moita vieram até à escola Guilherme Stephens com objetivos bem definidos:

  • Conhecer uma árvore centenária – o nosso sobreiro
  • Fazer a reprodução do sobreiro
  • Visitar a nossa horta pedagógica

Após a visita à horta, os alunos, um a um, enterraram uma bolota e regaram-na.

No final, todos prometeram que iam cuidar do seu sobreirinho.

Pelos trilhos do Vale dos Pirilampos

 

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No período “Global Action Days” a coordenadora Eco-Escolas, da Escola Guilherme Stephens promoveu uma saída de campo, entre a Fonte da Felícia e o Vale dos Pirilampos, junto ao talhão 259, da Mata de Leiria, constituindo um dos locais de maior biodiversidade e onde podem ser admiradas algumas espécies de fauna e flora autóctones do Pinhal do Rei.

Subordinada ao tema “À descoberta da biodiversidade”, os alunos do 8º F e dois alunos do 7º F, fizeram-se acompanhar pela coordenadora Eco-Escolas e pelo Engenheiro Octávio, do ICNF, da Marinha Grande que se disponibilizou para esta visita guiada pela floresta do concelho.

Ao longo do percurso, onde o silêncio é quase absoluto quebrado ali e além pelo canto das aves e o murmurar do ribeiro que corre em direção ao mar, os participantes, munidos de blocos de notas e de máquina fotográfica, tiveram a oportunidade de adquirir conhecimentos e fazer observações inerentes ao meio envolvente e de desfrutar de uma diversidade biológica de extraordinária beleza natural. A salientar, as espécies autóctones como o pinheiro bravo, Pinus pinaster; o carvalho- cerquinho ou português, Quercus fagínea; o carvalho- alvarinho, Quercus róbur; o loureiro, Laurus nobilis; o medronheiro, Arbutus unedo; a gilbardeira, Ruscus aculeatus; o amieiro, Alnus glutinosa e tantas outras espécies.

Já no Vale dos Pirilampos, o grupo-turma ficou a saber que, ao longo do ribeiro, se pode encontrar um nicho ecológico onde predomina o carvalho-alvarinho, numa área a rondar os 500 metros.

Este passeio pedestre pelos cantos e recantos do Pinhal do Rei proporcionou aos alunos uma aula ao ar livre repleta de ensinamentos, onde a Educação Ambiental teve lugar de excelência.

Guilherme Stephens presencia hastear da Bandeira Verde Eco-Escolas

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No dia 15 de novembro de 2016, aquando do período Global Action Days, teve lugar a cerimónia do Hastear da Bandeira Verde Eco-Escolas, na presença de muitos alunos, de alguns professores, dos coordenadores do estabelecimento, assim como de representantes de entidades locais.

Foi com grande orgulho e alguma emoção que a comunidade presenciou o içar da Bandeira Verde que irá, por mais um ano, representar a nossa escola a nível nacional e internacional. Apesar de se tratar de uma cerimónia simples, o momento é solene e cheio de significado para a comunidade educativa tendo em conta que representa o trabalho desenvolvido por alunos e professores, no ano letivo anterior. De salientar que este trabalho tem sido reconhecido, anualmente, pela Associação da Bandeira Azul ao longo dos 20 anos de implementação do Programa, na Escola Guilherme Stephens.

O Programa Eco-Escolas visa fundamentalmente estimular o hábito de participação envolvendo toda a comunidade; motivar os alunos para a premente necessidade de mudança de atitudes adotando comportamentos sustentáveis no seu quotidiano; divulgar boas práticas fortalecendo o trabalho em rede nacional e internacional e ainda contribuir para que o número da parceiros colaborantes aumente por esta causa pelo Ambiente.

A Educação Ambiental deve ter um lugar de excelência em cada um de nós para que o Ambiente que nos rodeia seja mais saudável, mais solidário e mais sustentável.

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A Escola Guilherme Stephens na ribalta

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                                          A Escola Guilherme Stephens na ribalta 
 

O poster foi eleito entre vários trabalhos concorrentes e foi elaborado pelos alunos: César Silva, Débora Pacheco, Luís Silva, Mariana Baridó, Pedro Gaiolas e Rita Craveiro que começaram por idealizar uma árvore simbolizando a natureza. Passando à fase seguinte, elaboraram 12 frases e, partindo das mesmas, desenharam o elemento principal de cada uma. Foi realizada alguma pesquisa na net e finalmente complementaram o poster com outros pormenores a fim de criar algum impacto visual e, deste modo, criar um Eco-Código de conduta a ser seguido por toda a comunidade escolar no sentido de uma melhoria do ambiente na escola, em casa de cada um e na sua localidade.

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Na rota dos golfinhos roazes

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No âmbito do Programa Eco-Escolas e da Educação Ambiental teve lugar no passado dia 10 de junho um passeio até à cidade de Setúbal. A observação dos golfinhos constitui um dos pontos altos.

De manhã, o grupo constituído por 43 participantes, na sua grande maioria professores, visitou o Moinho de Maré da Mourisca localizado na Reserva Natural do estuário do Sado. Este moinho que remonta ao século XVII localiza-se mais concretamente na Herdade da Mourisca numa zona de sapal e salinas, tendo sido alvo de reconstrução, em 1995, pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas após anos em ruínas e ao abandono.

Já de tarde, o grupo entrou no barco “Costa Azul” para um passeio de mar, sol e algum vento com o objetivo primordial de fazer a observação dos 27 golfinhos em estado selvagem residentes no estuário do Sado, considerado pela UNESCO “Uma das mais belas baías do mundo”. Esta população de golfinhos que se alimenta, descansa e socializa no interior do estuário e na zona marinha adjacente constitui a única população residente em Portugal e rara no mundo. Os participantes, para além de terem ficado a conhecer o código de conduta no que concerne a sua observação in loco, ficou também a saber que os mesmos se distinguem através do tamanho, forma e cortes da sua barbatana dorsal e ainda que podem atingir uma longevidade de 45 anos, entre outras informações dadas pela equipa de biólogos que nos acompanharam no barco.

O reduzido efetivo populacional, o seu envelhecimento, as características intrínsecas à própria espécie e a degradação do seu habitat proveniente da ação antrópica ameaçam esta espécie singular em Portugal Continental e rara na Europa. Apenas a adoção de medidas que visem a minimização das ameaças extrínsecas e a conservação desta população de golfinhos roazes corvineiros, Tursiops truncatus, poderá permitir uma recuperação a longo prazo.

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